Em 1891, Quincas Borba explanava sua teoria humanista com a celebre frase: “Ao vencedor as bata
A pandemia
causada pela Covid-19 levou a disputa eleitoral para dia 15 de novembro de 2020
e, consequentemente, os trabalhos nos bastidores das tribos estão em modo turbo.
Quem tem o domínio do moro garante que está fazendo uma gestão de excelência e
confabula para continuar fazendo história. No entanto, as tribos que estão no
andar de baixo veem nos erros, que não são poucos, a chance de subir o degrau
do sucesso e ser o comandante do roçado.
Nas previas
alguns nomes surgem fortes, confiantes em apoio de caciques que se dizem
herdeiros de muitos índios. Outros são marinheiros de primeira viagem e apostam
na novidade e no desejo da bandeira de mudança que na maioria das vezes mais assusta
do que alegra. Mudar só por mudar não é uma aposta certa. Bons nomes existem,
no entanto, será se existe de fato um bom eleitor?
Professores,
advogado, pescador sem peixe, empresário são alguns postulantes a subir o moro
e ser o dono das batatas. A fome é maior que a vontade de comer, o prato não cabe
tanto alimento. Quem muito divide corre o risco de ficar sem. Se não houver
dialogo cabeça entre os chefes que estão embaixo o comando das terras ditosas
vai continuar com o mago de cabelos brancos e seus ligeiros alfaiates
escondedores de agulhas.

👏👏👏👏👏
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